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15 dezembro 2012

Cidade dos Ossos, por Cassandra Clare


Eu estou fula com este livro e ponto. Ele é tão bom, mas tão bom, que me preparou para um final espetacular e me quebrou a cara! A revelação final foi terrivelmente esperta, e tudo o que foi construído durante o início foi por água a baixo. Meu Jace lindo, porque você faz isso? Ah, bem. Esse livro eu enrolei tempo demais para ler sem nenhuma razão. Eu lia um pouco a cada dia e parava, e nunca conseguia terminar. Para vocês terem uma ideia, meu livro está agora com 11 post-its, sendo que eu comecei as marcações ontem, a partir da 400ª página!
Cidade dos Ossos é o primeiro livro escrito por Cassandra Clare e o inicial da série Os Instrumentos Mortais - sim, aquela série que faz muito sucesso mesmo, e que já tem até trailer no cinema! -. Filha de um casal de norte-americanos, Cassandra Clare nasceu no Irã e passou grande parte de sua infância viajando com a família - antes dos dez anos já havia morado na Franã, na Inglaterra e na Suíça; mas um livro sempre a acompanhou em suas mudanças. Durante o ensino fundamental, em Los Angeles, ela se divertia escrevendo histórias sobre os colegas de turma. Depois de formada, morou em Nova York e trabalhou em diversas revistas de entretenimento e até mesmo em tabloides suspeitos nos quais precisava escrever sobre as viagens de Brad e Angeline e o guarda-roupa equivocado de Britney. Em 2004, começou a escrever a série Os Instrumentos Mortais, que se transformou em um best seller. Desde 2006 é escritora em tempo integral e espera nunca mais ter que escrever sobre Paris Hilton.
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02 setembro 2012

Abraham Lincoln - Caçador de Vampiros

"A história prefere lendas a homens, prefere nobreza a brutalidade, discursos inflamados a boas ações silenciosas. A história se lembra da batalha, mas se esquece do sangue. Mas a história se lembra de mim antes de me tornar presidente. Ela só se lembrará de uma fração da verdade."
Nessa febre vampiresca em que nos encontramos, onde vampiros brilham no sol e se apaixonam perdidamente por simples mortais,  é estranho percebermos o quão distorcidas estão estes tempos atuais. Romances não são coisas para vampiros; beleza e sensualidade são apenas formas de conquista, porque a verdadeira face de um ser da noite são os dentes e a maldade, e o desejo descontrolado de sangue. Àqueles que esperam de Abraham Lincoln - O Caçador de Vampiros uma situação fantasiosa e moderna do conceito "vampiro", devo alertá-lhes que estão muito errados.

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30 julho 2012

5 lindos romances que viraram filmes


Eu estava precisando fazer algum post deste tipo. Na verdade, eu estava prestes a escrever um sobre livros que viraram séries de TV. Outro dia faço alguma coisa parecida - mas hoje, depois de ter assistido a um romance muito bonito, me senti inspirada. Por isso, mostrarei a vocês os cinco mais lindos romances que se transformaram em filmes (em ordem decrescente, de "menos" bom a "mais" bom, e eu sei que não existe menos bom e mais bom, por isso botei entre aspas, okay?.

5 ~~> A Fera (por Alex Flinn): Começando, temos o quinto romance mais bem-classificado por mim. Eu o vi ontem, e foi ele que me inspirou. Não é filme muito conhecido, mas é muito lindo. Tem atores jovens e alguns mais experientes. Os dois principais são Vanessa Hudgens e Alex Pettyfer (de Eu sou o Número Quatro).
O filme é como um reconto de "A Bela e a Fera". Não é como um "Outro conto da Nova Cinderela" e essas coisas, e sim um reconto interessante, sem pontas soltas. As desculpas para Lindy ficar presa na casa de Kyle, quem ela conhece como Hunter, realmente fazem sentido. Digamos assim: Kyle era rico, bonito, malvado e popular, e achava que ser bonito resolvia tudo. Os feios eram feios mesmo e a vida para eles era difícil. Ao seu ver, ser bonito deixava a vida mais fácil. No entanto, ele esconde de todos que o pai não o ama e que tem uma doença incurável: câncer de cérebro. Quando uma bruxa coloca nele uma maldição, delimitando que ele tem um ano, até que as flores da árvore de tatuagem que ela fez nele, para alguém dizer a ele "eu te amo". Enquanto isso, Kyle convive com o fato de ser careca e ter todas as suas veias aparecendo. Na verdade, parecem ser tatuagens, mas ele realmente fica feio.
Um dia, ele salva uma menina e seu pai de dois traficantes - um deles sendo morto pelo tal pai da menina. Para mantê-la segura da perseguição do outro traficante, Kyle oferece um acordo ao pai de Lindy: ela ficaria presa com ele em uma casa fora do radar (onde foi trancafiado pelo pai para ninguém nunca vê-lo daquela forma) e ele seria o filho de um grande amigo do pai dela, e se chamaria Hunter. O filme se desenvolve nisso mesmo.


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